Em cena em Veneza de 17 de julho a 1 de agosto, a 20.ª edição.
140 artistas em mais de 60 espetáculos e um programa repleto de novidades: 9 estreias mundiais, 3 estreias europeias, 8 estreias italianas.
Os Leões da Bienal de Dança trazem a Veneza o Bangarra Dance Theatre (Leão de Ouro pelo conjunto da obra), a primeira companhia inteiramente composta por bailarinos aborígenes australianos, e a bailarina, coreógrafa, realizadora e ativista Mamela Nyamza (Leão de Prata) com a companhia que leva o seu nome.
Entre os artistas presentes, regressa a Veneza Emanuel Gat; Eiko Otake, formada no Japão, e Wen Hui, carismática pioneira da dança moderna na China; a coreógrafa e realizadora lapona Elle Sofe Sara, juntamente com a coreógrafa islandesa Hlín Diego Hjálmarsdóttir; a coreógrafa franco-malgaxe Soa Ratsifandrihana; Omar Rajeh, figura central na difusão e no desenvolvimento da dança contemporânea no Líbano e no mundo árabe; Adam Linder, australiano que trabalha entre Los Angeles e Berlim.
Além disso, Molissa Fenley, bailarina e coreógrafa americana que fez história, estará em Veneza na tripla função de autora, intérprete e professora para os dezasseis jovens bailarinos e os dois coreógrafos do Biennale College.
Para enriquecer o Festival, a exposição Life Lines, criada em colaboração com o Arquivo Histórico da Bienal – ASAC, que, através de filmes, fotografias, textos, documentos, objetos e intervenções, «fascinará e inspirará, lembrando-nos que o corpo é um arquivo vivo e que o arquivo vivo é ele próprio um corpo».