Marrone de Monfenera IGP
A castanhanheira encontra um habitat ideal na Pedemontana do Grappa e do Montello (província de Treviso), devido às características pedoclimáticas da região. Seu cultivo foi sempre uma tarefa de considerável importância sob o aspecto energético, alimentar e para a construção de artefatos úteis à atividade agrícola (postes, barris, vigas, etc.).
Se começou a falar sobre os marroni de Monfenera (ou a castanha de Monfenera) na Idade Média e já grande parte do produto era transportado para o mercado de Treviso e, ao longo do Sile, para Veneza. No decorrer dos séculos, houveram períodos de abandono das castanheiras alternados por períodos de uso constante da floresta como um recurso para o fornecimento de lenha para queimar, para a produção de frutas para a alimentação humana e animal e para obter madeira para usos industriais.
Os " Marroni del Monfenera " indicação geográfica protegida (IGP) devem ser cultivados, produzidos e fabricados no território dos seguintes municípios da Província de Treviso: Borso del Grappa, Crespano del Grappa, Paderno del Grappa, Possagno, Cavaso del Tomba, Pederobba, San Zenone degli Ezzelini, Fonte, Asolo, Maser, Castelcucco, Monfumo, Cornuda, Montebelluna, Caerano di San Marco, Crocetta del Montello, Volpago del Montello, Giavera del Montello, Nervesa della Battaglia.
Cereja de Marostica IGP
Frutas vermelhas, carnudas, muito doces, convidativas. São as cerejas. Aquelas de Marostica, na região de Vicenza, tem uma forma característica de coração e são tão boas que mereceram o reconhecimento de qualidade IGP da União Europeia.
Para aqueles que por acaso passarem pela zona de Marostica, na primavera, com certeza não vão escapar do espetáculo inesperado oferecido pelas colinas cobertas de flores de cerejeira.
A cor branca suave, que dá as copas das árvores um aspecto fabuloso e que alguns meses depois se transforma em um extenso vermelho, quase preto, dependendo da variedade de cerejas.
Roana, Sandra, Francese, Bella Italia, Milanese e Romana são apenas alguns dos nomes deste fruto produzido em Marostica, que em 2002 recebeu o IGP.
Ainda recolhidas à mão, a cereja de Marostica têm um sabor doce, por vezes intenso, e além do consumo tradicional, são utilizadas na produção de geléias, xaropes, sucos, fruta cristalizada e sorvetes. O tradicional festival da cereja, que acontece todos os anos em maio, é a oportunidade perfeita para saborear esta iguaria. Simplesmente pura, ou em pratos criativos propostos pelos chefs locais.