Óleo extravirgem de oliva Garda DOP
<p dir="ltr">Existe uma moda nas margens vênetas do lago de Garda, aquela de ir aos moinhos provar o precioso “ouro líquido” produzidos todos os anos por poucos e corajosos produtores.</p>
<p dir="ltr">Sim, porque destes terrenos não se espera um óleo assim extraordinário, visto a sua posição em uma zona muito mais ao norte àquela tradicionalmente utilizada para este tipo de cultivação. </p>
<p dir="ltr">E aqui as olivas são recolhidas manualmente e são processadas imediatamente a frio. Resultando um óleo extravirgem classificados entre os melhores produtos italianos. O óleo extra-virgem de oliva de Garda obteve a marca DOP em 1997. </p>
<p dir="ltr">Possui uma alusão ligeiramente de fruta ou ao mais médio, que se diferencia na multiplicidade de tons olfativos que consegue mostrar (alcachofra, grama cortada, folha, feno, ervas aromáticas, flores, pimenta verde, etc.) segundo a subzona de origem e do grau de maturação das olivas. Quase sempre presente, ao olfato a ao paladar, é uma nota intensa e persistente de amêndoa doce e fresca; o amargo e o picante são muito sutis e em equilíbrio com a complexiva doçura, redondeza e suavidade de paladar; a persistência pós-olfativa é boa. Aconselha-se a combinação, de modo especial ao cru ou no final do cozimento, com alimentos de sabores e perfumes delicados.</p>
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Óleo extra virgem de oliva Vêneto "Valpolicella" "Euganei e Berici" e "del Grappa" DOP
<p dir="ltr">A cultura da oliva aparentemente foi introduzida no Vêneto pelo colonos romanos. A boa exposição e a proteção das correntes frias que favoreceram a sucessiva difusão em Valpolicella e nos vales vizinhos veroneses, e assim sobre as colinas vicentinas e sobre aquelas asolanas, até as encostas das colinas Berici e Euganei.</p>
<p dir="ltr">O óleo extra virgem de oliva vêneto "Valpolicella" D.O.P. - com oliveiras de tipo de Grignano ou Favarol – possui cor amarela e leve tonalidade verde, um ligeiro perfume de fruta e um sabor também de fruta, com leve sensação de amargo e um gosto posterior de almíscar. É produzida na zona que se estende na parte direita do Adige e compreende as terras vinícolas de Recioto e de Amarone, para depois alargar-se na zona do Branco de Soave.</p>
<p dir="ltr">O Vêneto "Euganei e Berici" D.O.P. – com oliveiras de tipo Leccino e Rasara – apresenta uma cor verde-ouro intenso e marcante, um odor de fruta de variada intensidade e um sabor de fruta, com ligeira sensação de amargo. As zonas de produção são as Colinas Berici, no baixo Vicentino, e as Colinas Euganei, no padovano.</p>
<p dir="ltr">O Vêneto "del Grappa" D.O.P. – com oliveiras de tipo Frantoio e Leccino – são verde-ouro, aroma de fruta de variada intensidade, de gosto ainda frutado com sensação de amargo. É produzido na faixa das colinas das províncias de Vicenza e Treviso.</p>
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Presunto Vêneto Berico-Euganeo DOP
<p dir="ltr">Menos conhecido de seus primos de Parma, de San Daniele e de Sauris, mas também muito bom.</p>
<p dir="ltr">Estamos falando do presunto Vêneto Euganeo Berico conhecido desde 1400 quando aparecia nas mesas imbatíveis dos Dogi e dos nobres venezianos. </p>
<p dir="ltr">Um presunto cru muito doce, de perfume delicado e de uma coloração particolar rosa tênue que em 1996 conquistou a marca DOP e conquistou também muitos entendedores. Acabou nas mesas do Papa e doPresidente da República Italiana e venceu inúmeras medalhas de ouro nas exposições de Londres e Paris. Atualmente encontramos sobre as mesas dos melhores restaurantes italianos, mas também no exterior começa a ser conhecido, sobretudo na Áustria e Alemanha. </p>
<p dir="ltr">Pela sua suavidade e aroma delicado, é aconselhável à preparação de aperitivos, primeiro e segundos pratos de elevado nível gastronômico. Ao corte, o prersunto apresenta uma característica coloração rosa. A zona típica de preparação, delimitada pela disciplina de produção, compreende quinze municípios na província de Pádua, Vicenza e Verona, dentro da área padana e pedemontana das Colinas Berici e das Colinas Euganei, com aspectos homogêneos por caracteres naturais e ambientais.</p>
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Sopréssa Vicentina DOP
<p dir="ltr">Trata-se de um ensacado de qualidade, fortemente ligado ao território de produção, a província de Vicenza. </p>
<p dir="ltr">A alimentação dos suínos é acompanhada com atenção e prevê a utilização quase exclusiva de cereais nobres. A moagem e transformação acontecem em pequenos estabelecimentos locais que adotam um método de processamento conforme a experiência tradicional. O clima e o ar desta zona geográfica, contornada pelas pequenas Dolomitas, das colinas Berici e do Planalto de Asiago, influenciam seja as fases de criação dos animais que as fases de maturação do ensacado, doando sabor e perfume típico e exclusivo.</p>
<p dir="ltr">A sopréssa vicentina D.O.P. é caracterizada, sobretudo pelo fato de que são utilizados os melhores cortes do porco. As carnes selecionadas são moídas e posteriormente se acrescentam os demais ingredientes como sal, pimenta e outros condimentos; tudo bem amalgamado de modo que resulte homogêneo. </p>
<p dir="ltr">O tempo de secagem e o lugar são os responsáveis pela cor externa, anteriormente esbranquiçado e posteriormente cinza claro: o corte da carne aparece de cor vermelha com tendência ao rosa, com as partes gordurosas distribuídas de maneira uniforme. A condimentação, que em alcun casos podem prever também uma alusão de alho, doa ao produto um sabor delicado e inconfundível, ligeiramente doce a ainda saboroso.</p>
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Mel das Dolomitas Belluneses DOP
<p dir="ltr">Além do inserimento na lista de Patrimônio Natural da Humanidade por parte da Unesco, outro reconhecimento premia as Dolomitas Belluneses: a qualificação DOP (Denominação de Origem Protegida) conferido ao mel, um dos produtos característicos deste território.</p>
<p dir="ltr">A zona de produção representa a inteira província de Belluno. O ambiente natural é caracterizado pela flora alpina típica e das plantas arbóreas, arbustivas e herbáceas adequadas à intensa atividade das abelhas. Dadas as diferentes espécies botânicas e floreais presentes distingue as variedades de mel Millefiori, Acácia, Tiglio, Castagno, Rododendro e Tarassaco.</p>
<p dir="ltr">A atividade de apicultura é conduzida ainda hoje de modo artesanal e exige capacidade para a condução das colmeias, a proteção das colônias e o método de cultura. A importância do mel para a população das Dolomitas é documentada ainda por achados relativos à miliare de anos atrás e continua a ser celebrado em várias manifestações agrícolas como a feira Agrimont de Longarone e a Festa da Apicultura e da Agricultura de Limana.</p>
<p dir="ltr">O saboroso mel das Dolomitas Belluneses é utilizado em muitas receitas locais: tortas, biscoitos e iogurte, mas também nos primeiros pratos como a massa salsicha e mel, e em combinação com queijos típicos como o Piave DOP. </p>
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Aspargo Branco de Cimadolmo IGP
<p>Cimadolmo, uma pequena cidade na região de Treviso, é a pátria do aspargo branco, broto delicado que embeleza as mesas na primavera, a estação em que a natureza, ao acordar, se torna uma profusão de cores e aromas que enchem o ar.</p>
<p>Esta hortaliça branca alabastra, sem variações, uma delícia macia e doce que encanta até mesmo os paladares mais exigentes, aparecendo às vezes como o único ingrediente de pratos verdadeiramente saborosos. Normalmente, pode-se saborear os aspargos com ovos cozidos, como manda a tradição, ou simplesmente fervidos. </p>
<p>Por trás desta delicadeza, existe um trabalho duro, ainda realizado à mão por agricultores de Treviso que no início da manhã, quase de madrugada, começam a recolher os brotos delicados. Isto porque os aspargos não podem ser expostos à luz, caso contrário, a reflexões esverdeadas ou rosas desapreciariam o produto. Eles são cultivados em solos arenosos-argilosos de origem aluvial, na margem esquerda do rio Piave, na província de Treviso, em um território que foi frequentemente inundado pelas inundações do rio.</p>
<p>Em 2001, o Branco de Cimaldolmo foi premiado com o IGP e um consórcio protege sua produção e comercialização. Todos os anos, entre abril e maio, acontece uma mostra-concurso que promove e exalta as características deste vegetal premiado.</p>
<p><strong><a href="https://asparagobiancodicimadolmoigp.it/" target="_blank">Visitar a página</a><a href="http://www.marronidelmonfenera.it/" target="_blank"></a></strong></p>
Piave Malanotte DOCG
<p dir="ltr">O vinho é produzido com uvas da qualidade Raboso del Piave em um mínimo de 70% e Raboso veronese e um máximo de 30%, com a capacidade de integrar em até 5% de outras variedade de uva vermelha da zona, em conjunto ou separadamente. A nova área centralizada no rio Piave cobre quase toda a planície da província de Treviso e a parte oriental da província de Veneza, com exceção das zonas costeiras e da laguna e, obviamente, das zonas DOC e DOCG já presentes. Nasce em terrenos argilosos, calcário ou cascalho, sem sobrecarga, com um rendimento máximo de 12 toneladas por hectare de cultivo de vinha especializada e teor alcoólico de pelo menos 12,50% em volume.</p>
<p dir="ltr">Uma parte das uvas, de 15% a 30%, são passificadas antes de serem pressionadas, e por pelo menos 36 meses este vinho de sabor austero, saboroso e característico,repousará nas adegas dos produtores, uma parte em barris (por pelo menos 12 meses) e outra em garrafa (por pelo menos quatro meses), assim adquirindo ao fim uma intensa cor vermelho rubi intensa com reflexos violáceos, tendendo a granada com o envelhecimento, e seu aroma típico de cereja marasca com um toque de especiarias.</p>
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<p dir="ltr"><a href="https://www.consorziovinivenezia.it/en/appellations/docg-malanotte-del-…; target="_blank"><strong>Visitar a página</strong></a></p>
Recioto di Gambellara DOCG
<p dir="ltr">Presente no olimpo dos vinhos italianos, graças ao reconhecimento DOCG obtido em 2008, o Recioto di Gambellara é um vinho de características organolépticas muito especiais, produzido de forma limitada na zona das colinas a oeste da província de Vicenza.</p>
<p dir="ltr">Produzido em dois tipos Clássico e Espumante, deve ser composto, segundo o regulamento de produção, por 100% de uvas Garganega: trata-se de uma videira nativa que nasce nas colinas de Gambellara, uma videira de baga branca entre aquelas de maior destaque no vicentino e que se ocupa da produção de vinhos passitos.</p>
<p dir="ltr">A produção por hectare não é muito elevada, este fator entretanto favorece o crescimento de uma uva de qualidade superior. Certamente isso se deve às peculiares características pedoclimáticas: as uvas que dão vida ao Recioto di Gambellara crescem em uma terra de origem vulcânica muito rica de sais minerais; o clima é suave com verões quentes e acentuadamente úmidos e con períodos invernais com abundância de chuvas e sem relevantes amplitudes térmicas.</p>
<p dir="ltr">O vinho se apresenta com uma bela cor entre o palha e o amarelo dourado com tonalidade âmbar, um aroma intenso com sedutores perfumes de frutas, um sabor doce, estruturado e equilibrado. Resulta ideal para a combinação com doces, biscoitos de todos os tipos e sorvetes.</p>
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Recioto della Valpolicella DOCG
Recioto di Soave DOCG
<p dir="ltr">O Recioto di Soave, produzido nas colinas da zona do Soave, foi o primeiro vinho vêneto a obter a certificação de origem controlada e garantida, em 1998. A existência na região de Verona de um vinho branco doce, semelhante ao Recioto di Soave, é atestada já no século V, quando um ministro conhecido do rei Teodorico pedia para os convidados do refeitório real, além do vinho acinatico "tinto" aquele "branco", que se deveria obter a partir de uvas «escolhidas de pérgulas domésticas», conservadas em fruteiras de conservação até o final do inverno, com os cachos pendurados.</p>
<p dir="ltr">O nome Recioto vem da palavra do dialeto veneziano "recia" que quer dizer orelha, que simboliza a forma típica da parte superior do cacho de Garganega, a mais rica em açúcares e a mais exposta ao sol, que é selecionada para fazer o vinho: os melhores cachos são maturados em grelhas por um período que varia de 4 a 6 meses e são pressionadas em seguida. A fermentação que segue é muito lenta e longa e ocorre em pequenos barris.</p>
<p dir="ltr">À DOCG pertencem os vinhos Recioto di Soave, Recioto di Soave classico e Recioto di Soave spumante.</p>
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