Presunto Vêneto Berico-Euganeo DOP
<p dir="ltr">Menos conhecido de seus primos de Parma, de San Daniele e de Sauris, mas também muito bom.</p>
<p dir="ltr">Estamos falando do presunto Vêneto Euganeo Berico conhecido desde 1400 quando aparecia nas mesas imbatíveis dos Dogi e dos nobres venezianos. </p>
<p dir="ltr">Um presunto cru muito doce, de perfume delicado e de uma coloração particolar rosa tênue que em 1996 conquistou a marca DOP e conquistou também muitos entendedores. Acabou nas mesas do Papa e doPresidente da República Italiana e venceu inúmeras medalhas de ouro nas exposições de Londres e Paris. Atualmente encontramos sobre as mesas dos melhores restaurantes italianos, mas também no exterior começa a ser conhecido, sobretudo na Áustria e Alemanha. </p>
<p dir="ltr">Pela sua suavidade e aroma delicado, é aconselhável à preparação de aperitivos, primeiro e segundos pratos de elevado nível gastronômico. Ao corte, o prersunto apresenta uma característica coloração rosa. A zona típica de preparação, delimitada pela disciplina de produção, compreende quinze municípios na província de Pádua, Vicenza e Verona, dentro da área padana e pedemontana das Colinas Berici e das Colinas Euganei, com aspectos homogêneos por caracteres naturais e ambientais.</p>
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Óleo extra virgem de oliva Vêneto "Valpolicella" "Euganei e Berici" e "del Grappa" DOP
<p dir="ltr">A cultura da oliva aparentemente foi introduzida no Vêneto pelo colonos romanos. A boa exposição e a proteção das correntes frias que favoreceram a sucessiva difusão em Valpolicella e nos vales vizinhos veroneses, e assim sobre as colinas vicentinas e sobre aquelas asolanas, até as encostas das colinas Berici e Euganei.</p>
<p dir="ltr">O óleo extra virgem de oliva vêneto "Valpolicella" D.O.P. - com oliveiras de tipo de Grignano ou Favarol – possui cor amarela e leve tonalidade verde, um ligeiro perfume de fruta e um sabor também de fruta, com leve sensação de amargo e um gosto posterior de almíscar. É produzida na zona que se estende na parte direita do Adige e compreende as terras vinícolas de Recioto e de Amarone, para depois alargar-se na zona do Branco de Soave.</p>
<p dir="ltr">O Vêneto "Euganei e Berici" D.O.P. – com oliveiras de tipo Leccino e Rasara – apresenta uma cor verde-ouro intenso e marcante, um odor de fruta de variada intensidade e um sabor de fruta, com ligeira sensação de amargo. As zonas de produção são as Colinas Berici, no baixo Vicentino, e as Colinas Euganei, no padovano.</p>
<p dir="ltr">O Vêneto "del Grappa" D.O.P. – com oliveiras de tipo Frantoio e Leccino – são verde-ouro, aroma de fruta de variada intensidade, de gosto ainda frutado com sensação de amargo. É produzido na faixa das colinas das províncias de Vicenza e Treviso.</p>
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Sopréssa Vicentina DOP
<p dir="ltr">Trata-se de um ensacado de qualidade, fortemente ligado ao território de produção, a província de Vicenza. </p>
<p dir="ltr">A alimentação dos suínos é acompanhada com atenção e prevê a utilização quase exclusiva de cereais nobres. A moagem e transformação acontecem em pequenos estabelecimentos locais que adotam um método de processamento conforme a experiência tradicional. O clima e o ar desta zona geográfica, contornada pelas pequenas Dolomitas, das colinas Berici e do Planalto de Asiago, influenciam seja as fases de criação dos animais que as fases de maturação do ensacado, doando sabor e perfume típico e exclusivo.</p>
<p dir="ltr">A sopréssa vicentina D.O.P. é caracterizada, sobretudo pelo fato de que são utilizados os melhores cortes do porco. As carnes selecionadas são moídas e posteriormente se acrescentam os demais ingredientes como sal, pimenta e outros condimentos; tudo bem amalgamado de modo que resulte homogêneo. </p>
<p dir="ltr">O tempo de secagem e o lugar são os responsáveis pela cor externa, anteriormente esbranquiçado e posteriormente cinza claro: o corte da carne aparece de cor vermelha com tendência ao rosa, com as partes gordurosas distribuídas de maneira uniforme. A condimentação, que em alcun casos podem prever também uma alusão de alho, doa ao produto um sabor delicado e inconfundível, ligeiramente doce a ainda saboroso.</p>
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Mel das Dolomitas Belluneses DOP
<p dir="ltr">Além do inserimento na lista de Patrimônio Natural da Humanidade por parte da Unesco, outro reconhecimento premia as Dolomitas Belluneses: a qualificação DOP (Denominação de Origem Protegida) conferido ao mel, um dos produtos característicos deste território.</p>
<p dir="ltr">A zona de produção representa a inteira província de Belluno. O ambiente natural é caracterizado pela flora alpina típica e das plantas arbóreas, arbustivas e herbáceas adequadas à intensa atividade das abelhas. Dadas as diferentes espécies botânicas e floreais presentes distingue as variedades de mel Millefiori, Acácia, Tiglio, Castagno, Rododendro e Tarassaco.</p>
<p dir="ltr">A atividade de apicultura é conduzida ainda hoje de modo artesanal e exige capacidade para a condução das colmeias, a proteção das colônias e o método de cultura. A importância do mel para a população das Dolomitas é documentada ainda por achados relativos à miliare de anos atrás e continua a ser celebrado em várias manifestações agrícolas como a feira Agrimont de Longarone e a Festa da Apicultura e da Agricultura de Limana.</p>
<p dir="ltr">O saboroso mel das Dolomitas Belluneses é utilizado em muitas receitas locais: tortas, biscoitos e iogurte, mas também nos primeiros pratos como a massa salsicha e mel, e em combinação com queijos típicos como o Piave DOP. </p>
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Aspargo Branco de Cimadolmo IGP
<p>Cimadolmo, uma pequena cidade na região de Treviso, é a pátria do aspargo branco, broto delicado que embeleza as mesas na primavera, a estação em que a natureza, ao acordar, se torna uma profusão de cores e aromas que enchem o ar.</p>
<p>Esta hortaliça branca alabastra, sem variações, uma delícia macia e doce que encanta até mesmo os paladares mais exigentes, aparecendo às vezes como o único ingrediente de pratos verdadeiramente saborosos. Normalmente, pode-se saborear os aspargos com ovos cozidos, como manda a tradição, ou simplesmente fervidos. </p>
<p>Por trás desta delicadeza, existe um trabalho duro, ainda realizado à mão por agricultores de Treviso que no início da manhã, quase de madrugada, começam a recolher os brotos delicados. Isto porque os aspargos não podem ser expostos à luz, caso contrário, a reflexões esverdeadas ou rosas desapreciariam o produto. Eles são cultivados em solos arenosos-argilosos de origem aluvial, na margem esquerda do rio Piave, na província de Treviso, em um território que foi frequentemente inundado pelas inundações do rio.</p>
<p>Em 2001, o Branco de Cimaldolmo foi premiado com o IGP e um consórcio protege sua produção e comercialização. Todos os anos, entre abril e maio, acontece uma mostra-concurso que promove e exalta as características deste vegetal premiado.</p>
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Piave Malanotte DOCG
<p dir="ltr">O vinho é produzido com uvas da qualidade Raboso del Piave em um mínimo de 70% e Raboso veronese e um máximo de 30%, com a capacidade de integrar em até 5% de outras variedade de uva vermelha da zona, em conjunto ou separadamente. A nova área centralizada no rio Piave cobre quase toda a planície da província de Treviso e a parte oriental da província de Veneza, com exceção das zonas costeiras e da laguna e, obviamente, das zonas DOC e DOCG já presentes. Nasce em terrenos argilosos, calcário ou cascalho, sem sobrecarga, com um rendimento máximo de 12 toneladas por hectare de cultivo de vinha especializada e teor alcoólico de pelo menos 12,50% em volume.</p>
<p dir="ltr">Uma parte das uvas, de 15% a 30%, são passificadas antes de serem pressionadas, e por pelo menos 36 meses este vinho de sabor austero, saboroso e característico,repousará nas adegas dos produtores, uma parte em barris (por pelo menos 12 meses) e outra em garrafa (por pelo menos quatro meses), assim adquirindo ao fim uma intensa cor vermelho rubi intensa com reflexos violáceos, tendendo a granada com o envelhecimento, e seu aroma típico de cereja marasca com um toque de especiarias.</p>
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Recioto della Valpolicella DOCG
Recioto di Gambellara DOCG
<p dir="ltr">Presente no olimpo dos vinhos italianos, graças ao reconhecimento DOCG obtido em 2008, o Recioto di Gambellara é um vinho de características organolépticas muito especiais, produzido de forma limitada na zona das colinas a oeste da província de Vicenza.</p>
<p dir="ltr">Produzido em dois tipos Clássico e Espumante, deve ser composto, segundo o regulamento de produção, por 100% de uvas Garganega: trata-se de uma videira nativa que nasce nas colinas de Gambellara, uma videira de baga branca entre aquelas de maior destaque no vicentino e que se ocupa da produção de vinhos passitos.</p>
<p dir="ltr">A produção por hectare não é muito elevada, este fator entretanto favorece o crescimento de uma uva de qualidade superior. Certamente isso se deve às peculiares características pedoclimáticas: as uvas que dão vida ao Recioto di Gambellara crescem em uma terra de origem vulcânica muito rica de sais minerais; o clima é suave com verões quentes e acentuadamente úmidos e con períodos invernais com abundância de chuvas e sem relevantes amplitudes térmicas.</p>
<p dir="ltr">O vinho se apresenta com uma bela cor entre o palha e o amarelo dourado com tonalidade âmbar, um aroma intenso com sedutores perfumes de frutas, um sabor doce, estruturado e equilibrado. Resulta ideal para a combinação com doces, biscoitos de todos os tipos e sorvetes.</p>
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Soave Superiore DOCG
<p dir="ltr">O Soave Superiore, produzido nas colinas da zona de Soave, obteve a certificação de origem controlada e garantida em 2001. O que leva a um vinho de tais elevadas características qualitativas é a combinação perfeita entre a zona de cultivo, tornada produtiva e mantida sob controle no campo e armazenamento adequado antes do engarrafamento em adega.</p>
<p dir="ltr">O Soave Superiore – que assume o tipo Soave Superiore classico quando é produzido na zona chamada clássica - é um vinho que é colocado no mercado apenas após um período de envelhecimento em garrafa por pelo menos três meses, de modo a preservar as características de maturidade e complexidade . A cor amarelo pálida do Soave Superiore D.O.C.G. é mais intensa do que a do Soave DOC, ainda assim mantendo o brilho típico de um vinho branco jovem, ao olfato se apresenta com o característico aroma floral, mas mais profundo; o sabor é cheio e delicadamente amargo.</p>
<p dir="ltr">Também pertencem à D.O.C.G. os vinhos Soave Superiore riserva e Soave Superiore classico riserva. Para a riserva, o período de envelhecimento é de pelo menos dois anos, dos quais três meses em garrafa; a cor é sempre de um amarelo palha intenso, enquanto o sabor é redondo, intenso e com um tom amargo no final.</p>
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Recioto di Soave DOCG
<p dir="ltr">O Recioto di Soave, produzido nas colinas da zona do Soave, foi o primeiro vinho vêneto a obter a certificação de origem controlada e garantida, em 1998. A existência na região de Verona de um vinho branco doce, semelhante ao Recioto di Soave, é atestada já no século V, quando um ministro conhecido do rei Teodorico pedia para os convidados do refeitório real, além do vinho acinatico "tinto" aquele "branco", que se deveria obter a partir de uvas «escolhidas de pérgulas domésticas», conservadas em fruteiras de conservação até o final do inverno, com os cachos pendurados.</p>
<p dir="ltr">O nome Recioto vem da palavra do dialeto veneziano "recia" que quer dizer orelha, que simboliza a forma típica da parte superior do cacho de Garganega, a mais rica em açúcares e a mais exposta ao sol, que é selecionada para fazer o vinho: os melhores cachos são maturados em grelhas por um período que varia de 4 a 6 meses e são pressionadas em seguida. A fermentação que segue é muito lenta e longa e ocorre em pequenos barris.</p>
<p dir="ltr">À DOCG pertencem os vinhos Recioto di Soave, Recioto di Soave classico e Recioto di Soave spumante.</p>
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