Terradeiforti Valdadige DOC
<p dir="ltr">Trata-se de um território na província de Verona com 1.300 hectares de vinhedos, 20 adegas e 1.000 viticultores, boa parte dos quais, fiéis à tradição, conseguem transferir no presente sensações e emoções de outros tempos. </p>
<p dir="ltr">Os vinhos brancos que fazem parte da D.O.C. são: Terradeiforti Valdadige Chardonnay, Terradeiforti Valdadige Pinot cinza e Terradeiforti Valdadige de passas de uvas de Chardonnay, enquanto os vinhos tintos são: Terradeiforti Valdadige Casetta, Terradeiforti Valdadige Casetta reserva, Terradeiforti Valdadige Enantio, Terradeiforti Valdadige Enantio reserva e Terradeiforti Valdadige Enantio passito.</p>
<p dir="ltr">Seguindo a Estrada do Vinho se apreciam os vestígios deixados pela história e pela natureza. Impressionante a Eclusa de Ceraino, vista da pequena igreja de Gaium e protegida pelos oito Fortes construídos a partir da metade dos anos 800 pelos Austríacos e Italianos. </p>
<p dir="ltr">E depois Borghetto, com a esplêndida vista ao Castelo medieval de Sabbionara d'Avio, o Santuário da Nossa Senhora da Coroa e, enfim, as alturas do anfiteatro morênico de Rivoli, que entraram para a histórica pela épica batalha realizada por Napoleão contra os Austríacos em 1797.</p>
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San Martino della Battaglia DOC
<p dir="ltr">Um pequeno nicho geopedológico e climático, na fronteira entre as colinas morênicas e o interior ao sul do lago de Garda, representa o ambiente de eleição do Tocai friulano. O vinhedo conseguiu sobreviver no tempo a todas as influências externas, que difundiram aqui também outras variedades de bagas brancas e tintas. O motivo da conservação do Tocai por parte dos viticultores locais deve-se com certeza ser procurado nas satisfações qualitativas que este vinhedo fornece e não certamente pelo aspecto quantitativo das produções, sempre muito limitadas. Exatamente nas colinas, às vezes quase completamente de pedra, o vinhedo se adaptou perfeitamente e exprime o máximo das suas potencialidades. </p>
<p dir="ltr">Os vinhos da D.O.C. são o San Martino della Battaglia Branco e San Martino della Battaglia licoroso. O San Martino della Battaglia Branco apresenta uma cor amarelo citrino, tendendo ao dourado com o envelhecimento; o perfume evoluiu intenso e característico, enquanto o sabor é fresco, seco com gosto posterior leve de amêndoa. O San Martino della Battaglia licoroso tem cor amarela tendendo ao dourado com o envelhecimento, perfume intenso característico e sabor agradavelmente doce, aveludado, harmônico e generoso, com leve retrogosto de amêndoa e, eventualmente, com sabor de madeira derivado do envelhecimento nos tonéis.</p>
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Valdadige DOC
<p dir="ltr">A área de D.O.C. se estende sobre um território muito vasto que vai da Chiusa di Ceraino na província de Verona, onde o Adige inicia o seu percurso para a planície, até Bolzano.</p>
<p dir="ltr">A Valdadige foi um ponto de ligação e de desenvolvimento econômico muito importante na história desde a época romana.</p>
<p dir="ltr">Os vinhos que fazem parte da D.O.C. são: Valdadige Branco, Valdadige Chardonnay, Valdadige Chardonnay frisante, Valdadige Pinot branco, Valdadige Pinot branco frisante, Valdadige Pinot cinza, Valdadige rosado, Valdadige Tinto e Valdadige Schiava. </p>
<p dir="ltr">Ao longo da Valdadige encontram-se inúmeros castelos, mosteiros e igrejas que testemunham a multiplicidade e a riqueza cultural da área. Este vale conserva do passado também numerosas fortalezas e lembranças de grandes batalhas, como aquela de Napoleão contra os Austríacos em Rivoli, em 1797. Rochas, castelos e fortes se sucedem nos cumes que dominam o vale e ao longo da história, que viu passar inúmeros exércitos. São oito as Fortalezas erguidas entre 1848 e o fim do século por Austríacos e Italianos, fortificações erguidas em defesa do vale que se tornaram parte integrante e que caracterizam o território.</p>
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Soave DOC
<p dir="ltr">Esta área – o maior vinhedo da Europa por extensão, com os seus 6.600 hectares dispostos no arco da colina na parte oriental da província de Verona – foi a primeira D.O.C. reconhecida na Itália em 1936 e, nos últimos anos, obteve duas denominações de origem controlada e garantida, o máximo da certificação de qualidade sob o perfil enológico: o Recioto di Soave D.O.C.G. e o Soave Superior D.O.C.G. </p>
<p dir="ltr">À D.O.C. pertencem os vinhos Soave, Soave clássico, Soave espumante e Soave Colli Scaligeri. O Soave deriva da sábia união das uvas da Garganega – em uma percentual pelo menos igual a 70 por cento – com aquelas de Trebbiano di Soave, do Chardonnay e do Pinot branco, totalmente junto até um máximo de 30 por cento: desta combinação se obtém um vinho de cor palha, às vezes tendendo ao esverdeado, um perfume intenso e delicado, um sabor seco, de médio corpo, harmônico e levemente amargo.</p>
<p dir="ltr">O Soave, graças à sua posição geográfica e à proximidade com as grandes vias de comunicação que a limita ao sul, como também ao valor histórico-monumental que caracteriza o território, encontra-se no âmbito veronense como terceiro polo de interesse depois de Verona e o lago de Garda. </p>
<p dir="ltr">A Estrada do Vinho oferece ao visitante a possibilidade de apreciar a beleza indiscutível da paisagem e visitar igrejas românicas, vilas, castelos e museus.</p>
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Presunto Vêneto Berico-Euganeo DOP
<p dir="ltr">Menos conhecido de seus primos de Parma, de San Daniele e de Sauris, mas também muito bom.</p>
<p dir="ltr">Estamos falando do presunto Vêneto Euganeo Berico conhecido desde 1400 quando aparecia nas mesas imbatíveis dos Dogi e dos nobres venezianos. </p>
<p dir="ltr">Um presunto cru muito doce, de perfume delicado e de uma coloração particolar rosa tênue que em 1996 conquistou a marca DOP e conquistou também muitos entendedores. Acabou nas mesas do Papa e doPresidente da República Italiana e venceu inúmeras medalhas de ouro nas exposições de Londres e Paris. Atualmente encontramos sobre as mesas dos melhores restaurantes italianos, mas também no exterior começa a ser conhecido, sobretudo na Áustria e Alemanha. </p>
<p dir="ltr">Pela sua suavidade e aroma delicado, é aconselhável à preparação de aperitivos, primeiro e segundos pratos de elevado nível gastronômico. Ao corte, o prersunto apresenta uma característica coloração rosa. A zona típica de preparação, delimitada pela disciplina de produção, compreende quinze municípios na província de Pádua, Vicenza e Verona, dentro da área padana e pedemontana das Colinas Berici e das Colinas Euganei, com aspectos homogêneos por caracteres naturais e ambientais.</p>
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Óleo extra virgem de oliva Vêneto "Valpolicella" "Euganei e Berici" e "del Grappa" DOP
<p dir="ltr">A cultura da oliva aparentemente foi introduzida no Vêneto pelo colonos romanos. A boa exposição e a proteção das correntes frias que favoreceram a sucessiva difusão em Valpolicella e nos vales vizinhos veroneses, e assim sobre as colinas vicentinas e sobre aquelas asolanas, até as encostas das colinas Berici e Euganei.</p>
<p dir="ltr">O óleo extra virgem de oliva vêneto "Valpolicella" D.O.P. - com oliveiras de tipo de Grignano ou Favarol – possui cor amarela e leve tonalidade verde, um ligeiro perfume de fruta e um sabor também de fruta, com leve sensação de amargo e um gosto posterior de almíscar. É produzida na zona que se estende na parte direita do Adige e compreende as terras vinícolas de Recioto e de Amarone, para depois alargar-se na zona do Branco de Soave.</p>
<p dir="ltr">O Vêneto "Euganei e Berici" D.O.P. – com oliveiras de tipo Leccino e Rasara – apresenta uma cor verde-ouro intenso e marcante, um odor de fruta de variada intensidade e um sabor de fruta, com ligeira sensação de amargo. As zonas de produção são as Colinas Berici, no baixo Vicentino, e as Colinas Euganei, no padovano.</p>
<p dir="ltr">O Vêneto "del Grappa" D.O.P. – com oliveiras de tipo Frantoio e Leccino – são verde-ouro, aroma de fruta de variada intensidade, de gosto ainda frutado com sensação de amargo. É produzido na faixa das colinas das províncias de Vicenza e Treviso.</p>
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Óleo extravirgem de oliva Garda DOP
<p dir="ltr">Existe uma moda nas margens vênetas do lago de Garda, aquela de ir aos moinhos provar o precioso “ouro líquido” produzidos todos os anos por poucos e corajosos produtores.</p>
<p dir="ltr">Sim, porque destes terrenos não se espera um óleo assim extraordinário, visto a sua posição em uma zona muito mais ao norte àquela tradicionalmente utilizada para este tipo de cultivação. </p>
<p dir="ltr">E aqui as olivas são recolhidas manualmente e são processadas imediatamente a frio. Resultando um óleo extravirgem classificados entre os melhores produtos italianos. O óleo extra-virgem de oliva de Garda obteve a marca DOP em 1997. </p>
<p dir="ltr">Possui uma alusão ligeiramente de fruta ou ao mais médio, que se diferencia na multiplicidade de tons olfativos que consegue mostrar (alcachofra, grama cortada, folha, feno, ervas aromáticas, flores, pimenta verde, etc.) segundo a subzona de origem e do grau de maturação das olivas. Quase sempre presente, ao olfato a ao paladar, é uma nota intensa e persistente de amêndoa doce e fresca; o amargo e o picante são muito sutis e em equilíbrio com a complexiva doçura, redondeza e suavidade de paladar; a persistência pós-olfativa é boa. Aconselha-se a combinação, de modo especial ao cru ou no final do cozimento, com alimentos de sabores e perfumes delicados.</p>
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Mel das Dolomitas Belluneses DOP
<p dir="ltr">Além do inserimento na lista de Patrimônio Natural da Humanidade por parte da Unesco, outro reconhecimento premia as Dolomitas Belluneses: a qualificação DOP (Denominação de Origem Protegida) conferido ao mel, um dos produtos característicos deste território.</p>
<p dir="ltr">A zona de produção representa a inteira província de Belluno. O ambiente natural é caracterizado pela flora alpina típica e das plantas arbóreas, arbustivas e herbáceas adequadas à intensa atividade das abelhas. Dadas as diferentes espécies botânicas e floreais presentes distingue as variedades de mel Millefiori, Acácia, Tiglio, Castagno, Rododendro e Tarassaco.</p>
<p dir="ltr">A atividade de apicultura é conduzida ainda hoje de modo artesanal e exige capacidade para a condução das colmeias, a proteção das colônias e o método de cultura. A importância do mel para a população das Dolomitas é documentada ainda por achados relativos à miliare de anos atrás e continua a ser celebrado em várias manifestações agrícolas como a feira Agrimont de Longarone e a Festa da Apicultura e da Agricultura de Limana.</p>
<p dir="ltr">O saboroso mel das Dolomitas Belluneses é utilizado em muitas receitas locais: tortas, biscoitos e iogurte, mas também nos primeiros pratos como a massa salsicha e mel, e em combinação com queijos típicos como o Piave DOP. </p>
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Sopréssa Vicentina DOP
<p dir="ltr">Trata-se de um ensacado de qualidade, fortemente ligado ao território de produção, a província de Vicenza. </p>
<p dir="ltr">A alimentação dos suínos é acompanhada com atenção e prevê a utilização quase exclusiva de cereais nobres. A moagem e transformação acontecem em pequenos estabelecimentos locais que adotam um método de processamento conforme a experiência tradicional. O clima e o ar desta zona geográfica, contornada pelas pequenas Dolomitas, das colinas Berici e do Planalto de Asiago, influenciam seja as fases de criação dos animais que as fases de maturação do ensacado, doando sabor e perfume típico e exclusivo.</p>
<p dir="ltr">A sopréssa vicentina D.O.P. é caracterizada, sobretudo pelo fato de que são utilizados os melhores cortes do porco. As carnes selecionadas são moídas e posteriormente se acrescentam os demais ingredientes como sal, pimenta e outros condimentos; tudo bem amalgamado de modo que resulte homogêneo. </p>
<p dir="ltr">O tempo de secagem e o lugar são os responsáveis pela cor externa, anteriormente esbranquiçado e posteriormente cinza claro: o corte da carne aparece de cor vermelha com tendência ao rosa, com as partes gordurosas distribuídas de maneira uniforme. A condimentação, que em alcun casos podem prever também uma alusão de alho, doa ao produto um sabor delicado e inconfundível, ligeiramente doce a ainda saboroso.</p>
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Aspargo Branco de Cimadolmo IGP
<p>Cimadolmo, uma pequena cidade na região de Treviso, é a pátria do aspargo branco, broto delicado que embeleza as mesas na primavera, a estação em que a natureza, ao acordar, se torna uma profusão de cores e aromas que enchem o ar.</p>
<p>Esta hortaliça branca alabastra, sem variações, uma delícia macia e doce que encanta até mesmo os paladares mais exigentes, aparecendo às vezes como o único ingrediente de pratos verdadeiramente saborosos. Normalmente, pode-se saborear os aspargos com ovos cozidos, como manda a tradição, ou simplesmente fervidos. </p>
<p>Por trás desta delicadeza, existe um trabalho duro, ainda realizado à mão por agricultores de Treviso que no início da manhã, quase de madrugada, começam a recolher os brotos delicados. Isto porque os aspargos não podem ser expostos à luz, caso contrário, a reflexões esverdeadas ou rosas desapreciariam o produto. Eles são cultivados em solos arenosos-argilosos de origem aluvial, na margem esquerda do rio Piave, na província de Treviso, em um território que foi frequentemente inundado pelas inundações do rio.</p>
<p>Em 2001, o Branco de Cimaldolmo foi premiado com o IGP e um consórcio protege sua produção e comercialização. Todos os anos, entre abril e maio, acontece uma mostra-concurso que promove e exalta as características deste vegetal premiado.</p>
<p><strong><a href="https://asparagobiancodicimadolmoigp.it/" target="_blank">Visitar a página</a><a href="http://www.marronidelmonfenera.it/" target="_blank"></a></strong></p>