Bagnoli ou Bagnoli di Sopra DOC
<p dir="ltr">Há mais de um milênio, a história deste território, que compreende uma área delimitada na parte meridional da província de Pádua, se confunde com a vinha e o vinho. </p>
<p dir="ltr">Os vinhedos aqui cultivados preferem terrenos de origem sedimentár e aluvial, de média textura e calcários. Exatamente esta característica do solo, juntamente com as sensíveis excursões térmicas nos dias de verão causadas pela proximidade com o rio Adige, determinam o forte aroma das uvas da região. </p>
<p dir="ltr">Os vinhos D.O.C. são: Bagnoli Branco, Bagnoli clássico, Bagnoli espumante, Bagnoli rosado, Bagnoli clássico rosado, Bagnoli espumante rosado, Bagnoli Tinto, Bagnoli clássico Tinto, Bagnoli Tinto reserva, Bagnoli clássico Tinto reserva, Bagnoli Cabernet, Bagnoli clássico Cabernet, Bagnoli Cabernet reserva, Bagnoli clássico Cabernet reserva, Bagnoli Merlot, Bagnoli clássico Merlot, Bagnoli Merlot reserva, Bagnoli clássico Merlot reserva, Bagnoli Friularo, Bagnoli clássico Friularo, Bagnoli Friularo reserva, Bagnoli clássico Friularo reserva, Bagnoli Friularo colheita tardia, Bagnoli clássico Friularo colheita tardia, Bagnoli passito e Bagnoli clássico passito. </p>
<p dir="ltr">Em particular, o Friularo é um vinho tinto proveniente da homônima videira nativa da família dos Rabosi e pode também ser colhido com atraso, depois de 11 de novembro e deixado passificar.</p>
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Bardolino DOC
<p dir="ltr">A denominação é ligada à homônima cidadezinha situada nas verdíssimas costas orientais do lago de Garda. Atualmente, as técnicas de produção e de cultivo tradicionais fundiram-se com a tecnologia mais avançada, com o objetivo de conservar as características das uvas que crescem e amadurecem no ambiente especial do interior lacustre.</p>
<p dir="ltr">O clima suave, a exposição ao sol, o equilíbrio das chuvas e das temperaturas, a variedade dos terrenos – arenosos, cascalhudos e argilosos – além da paixão e a habilidade dos produtores, tornam o Bardolino um vinho particularmente agradável e apreciado em âmbito internacional.</p>
<p dir="ltr">Os vinhos que fazem parte da D.O.C. são: Bardolino, Bardolino clássico, Bardolino Chiaretto, Bardolino clássico Chiaretto, Bardolino Chiaretto espumante, Bardolino novello e Bardolino clássico novello.</p>
<p dir="ltr">Estes vinhos são obtidos com misturas habilidosas, feitas com uvas de videiras nativas veronenses como a Corvina, a Rondinella, a Molinara e a Rossignola. </p>
<p dir="ltr">Ao longo da Estrada do Vinho, que atravessa aproximadamente setenta quilômetros ligando os 16 municípios do litoral e interior, se debruçam acolhedoras muitas adegas produtoras, a poucos passos de igrejas antigas, castelos medievais e cidades nobres com esplêndidos jardins.</p>
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Queijo Taleggio DOP
Antigo e inconfundível, o Taleggio é um dos queijos mais representativos da tradição queijeira da Planície Padana, também produzido no Veneto, na província de Treviso. A sua história remonta à Idade Média: foram encontrados documentos de 1200 que atestam o comércio deste queijo, originário da Val Taleggio e da Valsassina, onde os pastores transformavam o leite excedente em formas para serem curadas nas típicas cavernas das montanhas.
Com o tempo, a sua produção espalhou-se pela Planície Padana, onde as queijarias artesanais souberam combinar a tradição secular com as mais modernas técnicas de produção.
Trata-se de um queijo de pasta mole, à base de leite de vaca, caracterizado por uma casca fina e macia, de cor rosada natural, e por uma pasta compacta, branca ou amarelada, mais cremosa perto da crosta. O sabor é delicado, mas intenso, com notas aromáticas que se acentuam durante a maturação, proporcionando ao paladar um equilíbrio perfeito entre doçura e intensidade.
A maturação ocorre em ambientes húmidos e frescos, entre 1 °C e 6 °C, durante pelo menos 35 dias, período em que o Taleggio desenvolve a sua fragrância típica. Cada bola de queijo apresenta a marca de denominação D.O.P. e um número de identificação que garante ao consumidor a origem e a qualidade do produto.
Desde 1979, o Consórcio de Tutela do Taleggio protege a denominação, promove o valor de uma excelência italiana e supervisiona a produção correta. Um queijo que conta a história de uma região e que, com a sua cremosidade e aroma inconfundíveis, continua a conquistar as mesas de toda a Itália.
Versátil e saboroso, o Taleggio D.O.P. é protagonista de inúmeras receitas: desde risotos a pratos da montanha, até combinações com mel, frutas e vinhos da região.
Marroni de San Zeno DOP
<p dir="ltr">Nas zonas montanhosas os marrones representaram por séculos um dos principais alimentos: com a sua farinha se preparavam pães, massas, doces e polenta. </p>
<p dir="ltr">Testemunhanças escritas da cultivação das castanhas de San Zeno relativas ao século XIII: identifica nas zonas típicas de produção, através do registro cadastral de propriedade, e descrevem os prósperos desenvolvimentos dos castanhais, e ainda métodos de coleta e comercialização das castanhas nos mercados semanais. </p>
<p dir="ltr">A zona de cultivo do Marrone D.O.P. encontra-se nas encostas do Monte Baldo veronese, entre os rios Adige e o lago de Garda, em uma altitude compreendida entre 250 e 900 m, com um clima suave influenciado pela presença benéfica do lago. Os castanhais – formados por plantas muito grandes entre os quais não é raro encontrar exemplares seculares – crescem em terrenos ácidos, e o clima temperado-úmido cria condições tais a conferir ao produto as suas peculiares características.</p>
<p dir="ltr">Os frutos provem exclusivamente da variedade Marrone di San Zeno e se diferenciam da castanha por uma forma mais oval e maior, pela quantidade de polpa - pastosa mais doce e gostosa – pela cor clara com estrias morenas e pela casca sutil que de descasca com facilidade.</p>
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Queijo Provolone Valpadana DOP
<p dir="ltr">Este queijo pode ser considerado o fruto do encontro entre a cultura da quimosina meridional e o ambiente padano. Na Itália meridional, há tempos imemoráveis, se produce queijos de massa filada: a mozzarella, o caciocavallo e a provola. Pela escassez do leite e o fácil deterioramento no qual este ia a favor por causa do clima e dos tempos de transporte, o queijo de massa filada, mas continuou sempre em pequenas dimensões, uma vez maturado, era utilizado quase exclusivamente pelo ralador.</p>
<p dir="ltr">O Provolone Valpadana nasce quando, na segunda metade do 1800, algumas queijarias tradicionais imigraram ao norte, estabelecendo-se na zona a mais elevada produção zootécnica do vale padano. Nesta zona, entre a Lombardia e Emilia, a técnica da massa filada foi aplicada a um leite diferente, mais abundante, e um clima mais favorável. Tudo isso permite produzir queijos maiores e com características qualitativas completamente diferentes.</p>
<p dir="ltr">O Provolone Valpadana D.O.P. é um queijo semi-duro em massa filada produzido com leite de vaca integral. Apresenta-se em diferentes formatos, de coloridas denominações: salames e salaminhos, bacon e tangerinas. O sabor é delicado para maturação de até três meses, e com uma maturação maior se apresenta mais picante. </p>
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Queijo Piave DOP
<p dir="ltr">O nome do queijo "Piave" deriva do rio de mesmo nome na qual nascente encontra-se ao sul do monte Peralba, no território de Comelico, a parte mais setentrional da província de Belluno. O percurso sinuoso leva o Piave antes em Cadore e depois na concha bellunese, entre Belluno e Feltre, onde o rio escorre mais lento até encontrar a planície em província de Treviso. Nenhum nome melhor que "Piave" poderia assim identificar o mais importante queijo bellunese, originado de uma antiga tradição laticínio queijeira.</p>
<p dir="ltr">São três as tipologias do Piave DOP que se diferenciam pela maturação: o "Fresco" dura de 20 a 60 dias, o "Mediano" de 61 a 120 dias e o "Velho" mais de 120 dias. As materia primas utilizadas e o processo de quimosina e maturação determinam o perfil organoléptico e nutricional. O leite é produzido no território bellunese, onde a raça bovina Bruna é a predominante, muito rústica e sólida, adequada a um ambiente impenetrável como o de montanha.</p>
<p dir="ltr">Na cozinha pobre da montanha bellunese, o queijo Piave representa a expressão de uma tradicional feita de sabor e genuinidade. É consumido como queijo de mesa ou como ingrediente para receitas tradicionais como o formai frit, isto é queijo frito acompanhado com polenta e chucrute. </p>
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Casatella de Treviso DOP
<p dir="ltr">É o primeiro reconhecimento concedido à Itália por um queijo fresco e de massa mole. É a Casatella Trevisana, uma especialidade de sabor simples e delicado. <br /><br />Típico da província de Treviso, anticamente este queijo era produzido pelas casas de campo e a sua é uma história antiga, feita de pobreza. Era mas mulheres que, após terem efetuado a ordenha dos poucos elementos do rebanho, processavam o leite utilizando equipamentos rudimentares e técnicas simples transmitidas nos séculos. </p>
<p dir="ltr">A produção variava segundo a estação, com preferência pelo inverno quando o leite resultava mais gorduroso. Então era chamada ‘casada' (que no dialeto trevisano significa casa) e o nome atual que com toda probabilidade deriva desta velha denominação.</p>
<p dir="ltr">Atualmente a Casatella DOP é produzida durante todo o ano graças aos processos de mecanização. É um queijo fresco de massa mole e cremosa, de sabor simples e delicado. O leite com o qual é produzido provém somente dos estábulos presentes na província de Treviso e também o resto do processo (quimosina, maturação e confecção) se desenvolve na zona de produção.</p>
<p dir="ltr">Deve ser saboreado sozinho, espalhado no pão o una polenta, a Casatella trevisana pode ser utilizado como ingredientes de receitas elaboradas em perfeita combinação com peixes e carnes. </p>
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Alho branco polesano DOP
<p dir="ltr">Um vegetal precioso na cozinha (a cru, inteiro ou cortado, seco em pó, espremido) e muito utilizado também pelas numerosas propriedades: anti-bactérica, antisséptica, mucolítica, hipotensiva e como regulador do sistema cardiovascular. Pode-se afirmar com certeza que o alho é um remédio para tudo. </p>
<p dir="ltr">Em Polesine (na província de Rovigo) o alho é uma cultura muito difundida e possui uma tradição seja pela produção que pelo processamento antes da venda. Historicamente a presença de tal cultura se identifica desde o século XVI. Também pela comercialização do alho polesano vio por séculos nas praças de Rovigo um ponto de referência, como descrito no Arquivo Histórico da Câmera Comercial de Rovigo.</p>
<p dir="ltr">O fato que a cultura do alho tenha sido enraizada no tempo no território de Polesine demonstra que a combinação de fatores pedoclimáticos da área e do fator humano resultou elemento fundamental para a afirmação de tal produto vegetal.</p>
<p dir="ltr">O alho branco Polesano é uma planta com bulbos de cor branca brilhante uniforme, data a ausência de estrias de outras cores, de forma regular e compacta, ligeiramente plana no ponto de inserimento da raiz. As folhas, pontiagudas e estreitas, possuem uma cor verde/azul.</p>
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Queijo Monte Veronese DOP
<p dir="ltr">Típico da zona montanhosa da província de Verona, e particularmente dos férteis pastos de Lessinia, esta tipologia de queijo parece ter origem no período medieval. </p>
<p dir="ltr">O termo "Monte" faz referência provavelmente à técnica de produção, no qual o leite que era coalhado vinha de várias ordenhas (monte, no dialeto vêneto). Os processos de produção deste queijo manteve invariável nos séculos as características tradicionais.</p>
<p dir="ltr">Este queijo é obtido do leite de vaca, e é produzido em duas tipologias: com o leite integral ou o leite parcialmente desnatado, definido de criação. Aquele do leite integral é um queijo de mesa de massa semi-cozida, produzido com leite proveniente de uma ou duas ordenhas consecutivas. O sabor é delicado e agradável, de fermentos lácticos e de nata. A maturação varia de 25 aos 60 dias.</p>
Aquele de criação é um queijo de mesa e para ser ralado, de massa semi-cozida, produzido por leite parcialmente desnatado, sempre proveniente de uma ou duas ordenhas consecutivas. Segundo a maturação, se diferencia como mediano, com uma maturação mínima de 90 dias que pode levar a um refinamento de até um ano, e velho, com maturação de pelo menos um ano, caracterizado por um sabor mais acentuado e saboroso, com tendência ao picante com o avançar da maturação.
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Queijo Montasio DOP
<p dir="ltr">Este queijo era já produzido em 1200 e o seu nome é ligado ao planalto de Montasio. As técnicas de produção se difundiram rapidamente nos Alpes Giulie e Carniche na planície vêneta.</p>
<p dir="ltr">O território típico de produção compreende o Vêneto oriental, nas províncias de Belluno e Treviso, e parte das províncias de Pádua e Veneza, além de Friuli. O Montasio D.O.P. pode-se encontrar no comércio em três diferentes tipologias: fresco, com maturação de dois meses semi-maturado, além dos 4 meses de maturação; maturado mais de 10 meses de maturação; extra-velho, além dos 18 meses de maturação.</p>
<p dir="ltr">Consumido fresco possui um sabor simples e delicado que recorda o leite do qual provém o produto; mediano, os sapore resultam ser mais decididos; maturado, assume gostos particularmente aromáticos com um apimentado não excessivo.</p>
<p dir="ltr">As formas se identificam através das marcas de origem que são colocadas na parte de baixo mediante a repetição da escrita "Montasio" em sentido oblíquo. Uma segunda marca aquela da qualidade, imprimida a fogo pela comissão do Consócio, identifica o produto com mais de100 dias e que resulta sem nenhum defeito de maturação.</p>
<p dir="ltr">Também embaixo é indicada à data de produção e o código da casa produtora.</p>
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<p dir="ltr"><a href="http://www.montasio.com/en/" target="_blank"><strong>Visitar a página</strong></a></p>