Lison DOCG
<p dir="ltr">A área de produção do Lison inclui os territórios da maioria dos municípios do Vêneto Oriental, e se estende dos terrenos perto do mar até as fronteiras com as províncias de Treviso e de Pordenone. Ela leva o nome do burgo de Lison e da cidadezinha de Pramaggiore.</p>
<p dir="ltr">Hoje, a maior concentração de adegas está localizada na "Cidade do Vinho" de Annone Veneto, Pramaggiore, S. Stino e Portogruaro, a assim chamada Zona Clássica, na qual o solo é particularmente rico em cálcio e argila calcária. Para ser elegível à prestigiada DOCG os vinhos devem responder às seguintes características: cor amarelo palha com reflexos elegantes que desvanecem no dourado esverdeado, perfume que lembra a folha do pessegueiro e a casca da amêndoa, sabor suave, aveludado com eventual agradável percepção de madeira.</p>
<p dir="ltr">Os vinhos com denominação de origem controlada e garantida "Lison" devem exibir o ano de produção no rótulo e devem ser liberados para o consumo em garrafas de vidro tradicionais em volumes até a capacidade máxima de 3 litros, fechadas com rolha de boca acetinada, enquanto para as garrafas de até 0,375 litros, é permitida a utilização da tampa rosqueada.</p>
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Montello Rosso DOCG
<p dir="ltr">O Montello DOCG nasce de uvas bordoleses cultivadas nas colinas argilosas de Treviso há mais de 60 anos: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Carmenère, às quais se podem adicionar, embora em menor grau, variedades locais de uvas vermelhas.</p>
<p dir="ltr">As condições climáticas da área geram uma produção de uvas limitada mas de qualidade elevada, o que é mantida também através da utilização de práticas agrícolas, tais como o desbaste de cachos no verão e uma poda drástica no inverno.</p>
<p dir="ltr">A zona de produção inclui alguns dos seguintes municípios da província de Treviso: Castelcucco, Cornuda e Monfumo e parte do território dos municípios de Asolo, Borso del Grappa, Caerano S. Marco, Cavaso del Tomba, Crespano del Grappa, Crocetta del Montello, Fonte, Giavera del Montello, Maser, Montebelluna, Nervesa della Battaglia, Paderno del Grappa, Pederobba, Possagno, S. Zenone degli Ezzelini e Volpago del Montello.</p>
<p dir="ltr">O vinho, que também existe na versão Montello Rosso Superiore, é intensa cor vermelho rubi, com um aroma agradável e um sabor seco e robusto. Acompanhamento ideal para carnes vermelhas, assados e caça selvagem, o Montello DOCG também combina bem com queijos maturados e com a 'pasta e fasioi' (massa e feijão), assim como a 'luganega con i funghi' (salsicha com cogumelos) e a 'sopa coada' (sopa cozida ao forno em uma base de pombos e queijo).</p>
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Conegliano Valdobbiadene Prosecco DOCG
<p dir="ltr">O Prosecco di Conegliano-Valdobbiadene DOCG nasce de regras precisas que garantem a sua singularidade e autenticidade e de uma tradição que, apesar de se adaptar às mudanças, conservou no tempo uma identidade precisa e inconfundível. Tranquilo, com gás ou Espumante, o Prosecco DOCG di Conegliano Valdobbiadene é reconhecível pela cor de palha clara, pela corposidade moderada, pelo exclusivo aroma frutado e floral e pela sua versatilidade capaz de satisfazer os mais diversos paladares. Um vinho que pode ser apreciado durante qualquer refeição.</p>
<p dir="ltr">Prestar atenção especial à faixa em volta do pescoço da garrafa. De cor rosa para vinhos espumantes e verde claro para os vinhos tranquilos ou com gás, a faixa certifica a Denominação de Origem Controlada e Garantida. Onde o G de garantida representa os vinhos produzidos nas duas áreas históricas de Conegliano Valdobbiadene e Asolo. No rótulo, no entanto, existem outras informações valiosas para garantir a rastreabilidade total do produto. Como por exemplo as seleções "Rive", palavra com a qual são valorizados ainda as microzonas municipais ou de localidades (entre as quais o famoso cru das colinas de Conegliano e Valdobbiadene, de Farra di Soligo, de Santo Stefano, de Ogliano ou San Pietro de Feletto...).</p>
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Colli di Conegliano DOCG
<p dir="ltr">A antiga tradição dos vinhos das colinas de Treviso é renovada no vinho Colli di Conegliano DOCG, que inclui o Bianco Colli di Conegliano, o Rosso Colli di Conegliano, o Refrontolo Passito e o Torchiato di Fregona.</p>
<p dir="ltr">Todos os vinhos com denominação Colli di Conegliano são unidos pela atenção particular ao cuidado da vinha: os solos escolhidos são os mais favoráveis, a alta densidade de plantio em áreas jamais muito extensas e com modesto rendimento de uvas por videira.</p>
<p dir="ltr">O Colli di Conegliano Bianco é proveniente de uma mistura de Manzoni Bianco, Pinot Bianco e/ou Chardonnay, Sauvignon e/ou Riesling do Reno. É de cor amarelo pálida, perfume aromático, gosto saboroso, seco, fino e aveludado. É um vinho de classe, completo e refinado.</p>
<p dir="ltr">O Colli di Conegliano Rosso envolve o uso de Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Marzemino e Merlot. A cor é vermelho rubi tendendo à granada, perfume vinoso e herbáceo com uma intensidade que se acentua com o envelhecimento. Encorpado, levemente tânico, saboroso, seco, é o vinho ideal para almoços à base de carne.</p>
<p dir="ltr">O Refrontolo Passito é um vinho de sobremesa, de cor vermelho rubi com bordas violetas, adamado, especialmente ricos em aromas com notas de amora.</p>
O Torchiato di Fregona é obtido a partir de uvas passificadas pressionadas durante a semana da Páscoa, e é por isso também conhecido como 'Vin Santo'. De cor dourada e aroma de mel de acácia ou de limão, acompanha sobremesas ou queijos envelhecidos e queijos azuis.
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Lessini Durello DOC
<p>Quem abre uma garrafa de Lessini Durello DOC encontra sempre um vinho espumante fresco, agradável e encorpado: com um aroma que lembra maçãs fermentadas e cítricos amarelos, uma grande mineralidade típica dos vinhos terroir vulcânicos e uma consistência tânica característica, verdadeiramente única entre vinhos brancos, o que torna a sua perlage particularmente apetecível. Os dois tipos em que é produzido o tornam um vinho adequado para as ocasiões mais diferentes e escolher corretamete não é difícil: Lessini Durello DOC Metodo italiano/Charmat se procurar mais suavidade e um quadro aromático mais fresco e brilhante, ou Lessini Durello DOC Metodo Classico se precisar de uma estrutura importante e impressões aromáticas mais complexas no vinho.</p>
<p>La Durella é a cepa autóctone dos Montes Lessini, uma antiga e rústica vinha que gera uvas douradas, cuja característica básica é um sabor amargo típico e uma pele densa e rica em taninos: substâncias polifenólicas que normalmente contribuem para determinar a estrutura encorpada dos vinhos tintos. La Durella é atestada nos Montes Lessini, pelo menos desde a Idade Média. Mil safras parecem ser poucas, mas significam mil anos de adaptação a este terroir, mil anos para expressar plenamente a sua natureza. E para dar hoje aos vinhos espumantes Lessini Durello DOC a mineralidade vulcânica típica de seus solos.</p>
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Lugana DOC
<p dir="ltr">O território D.O.C. compreende uma pequena e preciosa região adjacente à margem meridional do lago que abraça, entre outros, o município veronense de Peschiera del Garda. </p>
<p dir="ltr">As colinas morenaicas, os solos predominantemente argilosos, com veias calcárias ricas de sai minerais e o clima ameno do lago contribuíram para definir as características destes vinhos.</p>
<p dir="ltr">O Lugana D.O.C. encontra-se em três diferentes tipos: Lugana, Lugana superior e Lugana espumante. </p>
<p dir="ltr">O Lugana é de cor amarelo-palha com reflexos esverdeados que se tornam dourados com o envelhecimento; o perfume é delicado, agradável, característico floral, frutado mineral; o sabor é fresco, macio e harmônico. </p>
<p dir="ltr">Assume a denominação Lugana superior quando é submetido a um período de envelhecimento de pelo menos doze meses. </p>
<p dir="ltr">O Lugana espumante se apresenta com espuma fina e persistente e cor palha intensa com eventuais reflexos dourados. O odor é perfumado com notas frutadas, quando é espumantizado com o método Charmat, enquanto apresenta um buquê fino composto e perfumado, próprio da fermentação na garrafa, quando é espumantizado com o método clássico. O sabor é fresco, frutado, delicado e harmônico, com notas de torrefação e fermento.</p>
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Prosecco DOC
<p dir="ltr">A área de produção do Prosecco DOC foi regulamentada com a especificação de 2009 e compreende as províncias de Belluno, Pádua, Treviso, Veneza e Vicenza. Obtido principalmente das tradicionais uvas Glera, é permitido acrescentar um máximo de 15% de outras uvas como Verdiso, Bianchetta trevisana, Perera, Glera longa, Chardonnay, Pinot branco, Pinot cinza e Pinot Negro vinificado em branco. As três versões finais em que o Prosecco pode ser encontrado no comércio são o tranquilo, o espumante e o frisante.</p>
<p dir="ltr">A especificação formalizou o cultivo tradicional já em uso, com o plantio em fileiras simples e duplas e um número mínimo de 2.300 videiras por hectare, com a proibição expressa de instalações expandidas do tipo com pérgulas ou com raios e de qualquer prática de sobrecarga. Como para outros vinhos DOC, o rendimento máximo consentido é de 18 toneladas de uva por hectare de vinhedo especializado que tenham um título alcoométrico natural de pelo menos 9,50% vol para o vinho tranquilo e 9% vol para o espumante e o frisante.</p>
<p dir="ltr">Disponível nos tipos brut, extra dry, dry e demisec, o Prosecco espumante se obtém exclusivamente para fermentação natural em autoclave, enquanto o frisante pode ser também fermentado na garrafa. Graças ao rígido procedimento que garante a qualidade do produto, é obtida a garantia de qualidade do vinho tradicional que fez conhecer o Vêneto e a Itália em todo o mundo, apreciado tanto quanto os vinhos mais famosos.</p>
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Piave ou Vinhos do Piave DOC
<p dir="ltr">O território compreendido entre as províncias de Veneza e Treviso, caindo na bacia do rio Piave, é particularmente próspero para o cultivo da uva e permite obter vinhos tintos valiosos e de elevada qualidade.</p>
<p dir="ltr">Os vinhos brancos que fazem parte da D.O.C. são: Piave Chardonnay, Piave Pinot branco, Piave Pinot cinza, Piave Verduzzo e Piave Tai. Os vinhos tintos da D.O.C. são: Piave Cabernet, Piave Cabernet Sauvignon e Piave Merlot (todos também na versão de reserva), Piave Pinot Negro e Piave Raboso. </p>
<p dir="ltr">Note-se que este último, produzido com videira nativa, é colocado no comércio apenas depois de três anos de envelhecimento, dos quais um passado em barril.</p>
<p dir="ltr">O território, riquíssimo de história e ligado pelos itinerários propostos pela Estrada do Vinho que se estende em mais de 150 quilômetros, oferece aos visitantes a possibilidade de conhecer as diversas cidades que são agora centros econômicos e culturais de certa importância, como Roncade, Oderzo - a romana Opitergium tantas vezes reconstruída - e Motta di Livenza. Mas aquele que mais toca o coração do viajante é a atmosfera a esquerda do Piave, no distrito de Raboso, com as suas antigas tradições, os atalhos que deixam vislumbrar o rio, as pequenas igrejas isoladas que escondem preciosos afrescos e a cidadela jóia de Portobuffolè.</p>
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Monti Lessini ou Lessini DOC
<p dir="ltr">A área de produção é uma área totalmente de colinas, que se estende entre as províncias de Verona e Vicenza. </p>
<p dir="ltr">Aqui se cultiva o vinhedo nativo Durella. A sua prerrogativa é a alta acidez natural, que deriva exatamente da planta e não do terreno: ou melhor, é exatamente da combinação entre terreno e planta para conferir à uva, e assim ao vinho que se extrai um sabor absolutamente singular.</p>
<p dir="ltr">É também chamado "o vinho de Julieta". Shakespeare inspirou-se para a sua famosa tragédia na obra de Luigi da Porto, um aristocrático vicentino que, em 1530, escreveu a história dos dois nobres amantes Romeu e Julieta: na sua obra é citada a uva "Duràsena" que crescia nos vales próximos aos dois castelos de Montecchio Maggiore. A Duràsena da época corresponde exatamente à Durella de hoje, do qual se obtém o vinho Monti Lessini Durello, produto na versão tranquila e espumante. Existe também o Monti Lessini Durello superior e o Monti Lessini Durello passito, este último nascido de uma cuidadosa seleção dos cachos de uva que são deixados na fruteira por pelo menos quatro meses: neste vinho, o tom ácido da Durella é diluído pela alta concentração de açúcares e assume tons inconfundíveis.</p>
<p dir="ltr">Os outros vinhos D.O.C. são: Monti Lessini Branco, Monti Lessini Banco superior, Monti Lessini espumante, Monti Lessini espumante rosado ou rosè, Monti Lessini Tinto e Monti Lessini Tinto reserva.</p>
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Merlara DOC
<p dir="ltr">A área de produção – que interessa alguns municípios na província de Pádua e outros na província de Verona – sempre foi interessada pelo cultivo da uva</p>
<p dir="ltr">A área se debruça só recentemente sobre o panorama vinícola de qualidade exatamente graças à vontade dos viticultores da área, que investiram não apenas em uma condução mais tecnicamente qualificada dos vinhedos, mas também no setor da vinificação. As ligações históricas locais com a uva podem reconduzir, para os tintos, a variedades como o Marzemino, o Raboso e o Merlot, enquanto para os brancos, à Malvasia e a outras uvas como os Trebbiani.</p>
<p dir="ltr">Os vinhos que fazem parte da D.O.C. são: Merlara Branco – uma mistura de uvas formada por 50-70% de Tocai friulano e para o resto por outras uvas de bagas brancas -, Merlara Branco frisante, Merlara Tai, Merlara Malvasia, Merlara Tinto – uma mistura de uvas de Merlot, Cabernet e Marzemino -, Merlara Cabernet, Merlara Cabernet Sauvignon, Merlara Merlot, Merlara Marzemino frisante e Merlara novello. </p>
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