Recioto della Valpolicella DOCG
Após ter representado de 1968 a 2010 uma das zonas históricas DOC vênetas, o Recioto della Valpolicella finalmente obteve a Denominação de Origem Controlada e Garantida. A nova denominação prevê a sua produção na forma tranquila, também designável como clássico ou Valpantena, ou vinho espumante também designável como Valpantena, e a zona de produção está localizada na faixa norte da província de Verona, envolvendo 19 municípios do terreno montanhoso ou da base das montanhas.
As uvas que fazem parte deste vinho prestigiado são a Corvina veronese (também Cruina ou Corvina) e a Rondinella. É possível integrar outras variedades, até um máximo de 25%, incluindo as uvas vermelhas aromáticas da província de Verona e outras variedades nativas italianas.
Este processo complexo, que codifica um procedimento tradicional permitirá obter um vinho com uma cor vermelha profunda com reflexos ocasionais violetas ou granada se envelhecido, e um aroma característico e acentuado. De sabor pleno, aveludado, carregado e doce, com bolhas finas e persistentes no caso do espumante, depois de alguns anos de envelhecimento é o vinho perfeito para acompanhar sobremesas em geral, especialmente o chocolate e a confeitaria seca, mas sem dúvida o seu perfeito complemento é o pandoro de Verona.
Recioto di Gambellara DOCG
<p dir="ltr">Presente no olimpo dos vinhos italianos, graças ao reconhecimento DOCG obtido em 2008, o Recioto di Gambellara é um vinho de características organolépticas muito especiais, produzido de forma limitada na zona das colinas a oeste da província de Vicenza.</p>
<p dir="ltr">Produzido em dois tipos Clássico e Espumante, deve ser composto, segundo o regulamento de produção, por 100% de uvas Garganega: trata-se de uma videira nativa que nasce nas colinas de Gambellara, uma videira de baga branca entre aquelas de maior destaque no vicentino e que se ocupa da produção de vinhos passitos.</p>
<p dir="ltr">A produção por hectare não é muito elevada, este fator entretanto favorece o crescimento de uma uva de qualidade superior. Certamente isso se deve às peculiares características pedoclimáticas: as uvas que dão vida ao Recioto di Gambellara crescem em uma terra de origem vulcânica muito rica de sais minerais; o clima é suave com verões quentes e acentuadamente úmidos e con períodos invernais com abundância de chuvas e sem relevantes amplitudes térmicas.</p>
<p dir="ltr">O vinho se apresenta com uma bela cor entre o palha e o amarelo dourado com tonalidade âmbar, um aroma intenso com sedutores perfumes de frutas, um sabor doce, estruturado e equilibrado. Resulta ideal para a combinação com doces, biscoitos de todos os tipos e sorvetes.</p>
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Piave Malanotte DOCG
<p dir="ltr">O vinho é produzido com uvas da qualidade Raboso del Piave em um mínimo de 70% e Raboso veronese e um máximo de 30%, com a capacidade de integrar em até 5% de outras variedade de uva vermelha da zona, em conjunto ou separadamente. A nova área centralizada no rio Piave cobre quase toda a planície da província de Treviso e a parte oriental da província de Veneza, com exceção das zonas costeiras e da laguna e, obviamente, das zonas DOC e DOCG já presentes. Nasce em terrenos argilosos, calcário ou cascalho, sem sobrecarga, com um rendimento máximo de 12 toneladas por hectare de cultivo de vinha especializada e teor alcoólico de pelo menos 12,50% em volume.</p>
<p dir="ltr">Uma parte das uvas, de 15% a 30%, são passificadas antes de serem pressionadas, e por pelo menos 36 meses este vinho de sabor austero, saboroso e característico,repousará nas adegas dos produtores, uma parte em barris (por pelo menos 12 meses) e outra em garrafa (por pelo menos quatro meses), assim adquirindo ao fim uma intensa cor vermelho rubi intensa com reflexos violáceos, tendendo a granada com o envelhecimento, e seu aroma típico de cereja marasca com um toque de especiarias.</p>
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Soave Superiore DOCG
<p dir="ltr">O Soave Superiore, produzido nas colinas da zona de Soave, obteve a certificação de origem controlada e garantida em 2001. O que leva a um vinho de tais elevadas características qualitativas é a combinação perfeita entre a zona de cultivo, tornada produtiva e mantida sob controle no campo e armazenamento adequado antes do engarrafamento em adega.</p>
<p dir="ltr">O Soave Superiore – que assume o tipo Soave Superiore classico quando é produzido na zona chamada clássica - é um vinho que é colocado no mercado apenas após um período de envelhecimento em garrafa por pelo menos três meses, de modo a preservar as características de maturidade e complexidade . A cor amarelo pálida do Soave Superiore D.O.C.G. é mais intensa do que a do Soave DOC, ainda assim mantendo o brilho típico de um vinho branco jovem, ao olfato se apresenta com o característico aroma floral, mas mais profundo; o sabor é cheio e delicadamente amargo.</p>
<p dir="ltr">Também pertencem à D.O.C.G. os vinhos Soave Superiore riserva e Soave Superiore classico riserva. Para a riserva, o período de envelhecimento é de pelo menos dois anos, dos quais três meses em garrafa; a cor é sempre de um amarelo palha intenso, enquanto o sabor é redondo, intenso e com um tom amargo no final.</p>
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Recioto di Soave DOCG
<p dir="ltr">O Recioto di Soave, produzido nas colinas da zona do Soave, foi o primeiro vinho vêneto a obter a certificação de origem controlada e garantida, em 1998. A existência na região de Verona de um vinho branco doce, semelhante ao Recioto di Soave, é atestada já no século V, quando um ministro conhecido do rei Teodorico pedia para os convidados do refeitório real, além do vinho acinatico "tinto" aquele "branco", que se deveria obter a partir de uvas «escolhidas de pérgulas domésticas», conservadas em fruteiras de conservação até o final do inverno, com os cachos pendurados.</p>
<p dir="ltr">O nome Recioto vem da palavra do dialeto veneziano "recia" que quer dizer orelha, que simboliza a forma típica da parte superior do cacho de Garganega, a mais rica em açúcares e a mais exposta ao sol, que é selecionada para fazer o vinho: os melhores cachos são maturados em grelhas por um período que varia de 4 a 6 meses e são pressionadas em seguida. A fermentação que segue é muito lenta e longa e ocorre em pequenos barris.</p>
<p dir="ltr">À DOCG pertencem os vinhos Recioto di Soave, Recioto di Soave classico e Recioto di Soave spumante.</p>
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Amarone della Valpolicella DOCG
<p dir="ltr">Considerado entre os tintos mais importantes no cenário nacional, apreciado em todo o mundo, até mesmo pelos consumidores mais exigentes: o Amarone della Valpolicella se insere com direito no Olimpo dos vinhos italianos, sendo capaz de se orgulhar da marca Denominação de Origem Controlada e Garantida.</p>
<p dir="ltr">O nome "Amarone" se refere à veia amarga que caracteriza seu sabor em relação ao sabor doce e aveludado do Recioto do qual é um descendente direto e compartilha as variedades de uvas. Tal característica se deve às técnicas de vinificação particulares que proporcionam a importantíssima fase de desidratação, na qual as uvas saudáveis e atingidas a plena maturidade – selecionadas já durante a colheita - são mantidas nas fruteiras de conservação por alguns meses, até que, com a evaporação água, tenham alcançado a desejada concentração de açúcares. Depois disso se passa para o esmagamento e sucessivamente ao período de envelhecimento em barris de carvalho. Antes da comercialização existe um novo período de envelhecimento em garrafas de vidro.</p>
<p dir="ltr">O resultado é um vinho absolutamente único e inimitável, de cor vermelho escura, com aroma de cereja, groselha, chocolate e especiarias, um vinho muito estruturado, encorpado e suave, equilibrada à perfeição. Um tinto de envelhecimento entre os melhores da Itália, ideal em combinação com caça selvagem e assados, salames e queijos envelhecidos.</p>
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Bagnoli Friularo DOCG
<p dir="ltr">O Bagnoli Friularo é uma excelência enológica da província de Pádua.</p>
<p dir="ltr">A zona de produção do DOCG inclui os municípios de Agna, Arre, Bagnoli di Sopra, Battaglia Terme, Bovolenta, Candiana, Due Carrare, Cartura, Conselve, Monselice, Pernumia, San Pietro Viminario, Terrassa e Tribano, todos na província de Pádua.</p>
<p dir="ltr">Se trata de um território muito diversificado e complexo do ponto de vista morfológico e de composição do solo: das áreas montanhosas dos Euganei às áreas de planície aluvial do Adige, as videiras são plantadas em solos ricos em minerais e microelementos, com altos percentuais de lodo e matéria orgânica.</p>
<p dir="ltr">Os vinhos Bagnoli Friularo DOCG são caracterizados pelo rico patrimônio de propriedades organolépticas.</p>
<p dir="ltr">Ainda jovens eles apresentam uma cor rubi, tendendo para granada com o envelhecimento. Ao olfato os aromas são intensos, enquanto o paladar é cheio, seco e aveludado. De acordo com a especificação atual, na produção são utilizadas uvas Raboso Piave em pelo menos 90%, complementadas por outras variedades tintas cujo cultivo é permitido na província de Pádua.</p>
São quatro as tipologias: Friularo DOCG, Friularo Riserva DOCG, Friularo Vendemmia Tardiva DOCG e Friularo Passito DOCG.
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Bardolino Superiore DOCG
<p dir="ltr">O vinho Bardolino Superiore foi o primeiro vinho tinto veneziano a obter a denominação D.O.C.G., alcançada em 2001. Este vinho é um produto típico da tradição vitícola do interior gardesano, onde a composição específica e a natureza do solo de origem morénica, e o clima ameno, favorecido pela proximidade do Lago de Garda, deram uma atitude particular para o cultivo da videira e em particular das variedades locais. Graças às características favoráveis pedoclimáticas e à manutenção de processos e métodos tradicionais de cultivo, os produtores foram capazes de criar um vinho importante, capaz de satisfazer as expectativas dos consumidores mais exigentes.</p>
<p dir="ltr">O vinho vem de uma harmoniosa combinação de uvas de uvas nativas, também utilizadas para o Bardolino D.O.C., como a Corvina veronese, a Rondinella, a Molinara e a Rossignola.</p>
<p dir="ltr">No mercado, existem dois tipos de vinho com D.O.C.G.: Bardolino Superiore e Bardolino Superiore classico, este último produzido na zona de produção mais antiga. O vinho de ambos os tipos apresenta uma cor vermelho rubi tendendo ao granada com o envelhecimento; o perfume é frutado e com um toque de especiarias, característico, porém delicado. O sabor é seco e harmonioso, às vezes caracterizado por notas de madeira.</p>
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Colli Asolani Prosecco DOCG
<p dir="ltr">De criação recente, a especificação formalizou o cultivo tradicional já em uso e a variedade de vininicação espumante e com gás, e portanto considera idôneas à denominação apenas as vinhas bem expostas e plantadas em terrenos montanhosos ou de base de montanhas, excluindo, assim, os vinhedos de fundo de vale e aqueles expostos a ventos setentrionais. A forma de cultivo permitida é apenas a espaldeira simples, com um número mínimo de 3.000 videiras por hectare, sem sobrecarga de cultivo. Mais uma vez, como acontece com outros vinhos DOCG, o rendimento máximo permitido é de 12 toneladas de uva por hectare, com um teor alcoólico natural mínimo de 9,50% vol.</p>
<p dir="ltr">O Prosecco deve ser obtido com pelo menos 85% de uvas Glera, e a especificação protege portanto a prática tradicional da adição de vinhos feitos com as uvas Pinot bianco, Pinot nero, Pinot grigio e Chardonnay provenientes de vinhedos da mesma zona DOCG e inscritos nos registros competentes. O resultado é o vinho de qualidade que todo o mundo conhece: cor clássica amarelo palha, mais ou menos carregado e brilhante com espuma persistente no espumante, característico odor frutado e sabor de muito seco a doce e encorpado, redondo e distintivo.</p>
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Colli Euganei Fior d'Arancio DOCG
<p dir="ltr">"Colli Euganei Fior d'Arancio" ou "Fior d'Arancio Colli Euganei": um outro vinho vêneto recebe o reconhecimento de Denominação de Origem Controlada e Garantida reservada aos vinhos que satisfaçam as condições e requisitos estabelecidos pelas especificações de produção elaboradas pelo Ministério para as Políticas Agrícolas.</p>
<p dir="ltr">A zona de produção dos vinhos com denominação de origem controlada e garantida "Colli Euganei Fior d'Arancio" ou "Fior d'Arancio Colli Euganei" compreende o território dos municípios de Arquà Petrarca, Galzignano Terme, Torreglia e, em parte, o dos municípios de Abano Terme, Montegrotto Terme, Battaglia Terme, Due Carrare, Monselice, Baone, Este, Cinto Euganeo, Lozzo Atestino, Vò, Rovolon, Cervarese S. Croce, Teolo, Selvazzano Dentro, todos na província de Pádua. Os vinhos DOCG "Colli Euganei Fior d'Arancio" ou "Fior d'Arancio Colli Euganei" devem ser obtidos a partir de uvas da variedade Moscato amarelo em pelo menos 95%.</p>
<p dir="ltr">Para ser elegível à prestigiada DOCG os vinhos devem responder às seguintes características: cor amarelo palha mais ou menos intensa; perfume aromático, sabor intenso. No caso do vinho Passito (com maior tempo de maturação e desidratação das uvas) a cor característica vai do amarelo palha até amarelo dourado às vezes âmbar e o sabor é doce, aromáticos e persistente.</p>
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<p dir="ltr"><a href="https://www.collieuganeidoc.com/en/wine-selection" target="_blank"><strong>Visitar a página</strong></a></p>